segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Deixei-me andar

Deixei-me andar e fiz-me louco
Deixei-me andar e cuidei-me pouco

No coração sinto mágoa e dor
Por isso, bebi um copo de tinto
E não fiquei melhor
Um dia falei a Deus
E Ele deu-me arte e engenho
Para trabalhar a alma
Que é o melhor que tenho

Deixei-me andar e fiz-me louco
Deixei-me andar e cuidei-me pouco

Dentro de mim existe um ser
Que perante outros não é correcto
Sei que sou, e sem nada a temer
Enfrento a vida com destino incerto

1 comentário:

  1. de loucos todos temos um pouco e certo certo é trilharmos esse destino incerto que nos assombra pela sua capacidade de nos surpreender. por tudo o que li até agora e pelo que li adiante...Parabéns e muitos! Pelo que escreves e pela dom que Deus te deu.Acima de tudo sabermos como trabalhar a própria Alma é aproximar-mo-nos Dele. Com esta tua iniciativa já estás a partir a cabeça dura de muitos...rsrsrs Também arte mas noutra dimensão kkkkkkkkkkkk

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