quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O AMOR PODE SER ( Love Can Be)


O AMOR É DE TODAS AS CORES, MAS É COISA BOA
É A LOUCURA COM AS FASES DA LUA
INCONSTANTE COMO O MAR
PORQUE AS ONDAS NÃO O DEIXAM SER IGUAL
E PODER PARAR
PARA TI ESCREVO ESTA CANÇÃO
QUE É ESPUMA BRANCA NA CRISTA DO MEU CORAÇÃO

SABENDO COMO EU SEI, DESSE MAR IMENSO
NUNCA UMA ONDA IRÁ REBENTAR SEM TE
DIZER O QUE PENSO, POIS NELA IREI DEIXAR
A BRANCA ESPUMA DO MAR
COMO FORMA DO MEU AMOR
QUE NUNCA TE IRÁ ACHAR

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Deixei-me andar

Deixei-me andar e fiz-me louco
Deixei-me andar e cuidei-me pouco

No coração sinto mágoa e dor
Por isso, bebi um copo de tinto
E não fiquei melhor
Um dia falei a Deus
E Ele deu-me arte e engenho
Para trabalhar a alma
Que é o melhor que tenho

Deixei-me andar e fiz-me louco
Deixei-me andar e cuidei-me pouco

Dentro de mim existe um ser
Que perante outros não é correcto
Sei que sou, e sem nada a temer
Enfrento a vida com destino incerto

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Pedras ( Stones)


Pedras

Eram lindas, bonitas, feias, alegres e tristes, “ todas diferentes “. Melhores, piores, mas com personalidade própria.
Todas iguais afinal eram todas pedras.
Era assim que eu as via fazer um caminho sem volta,
Umas desejadas outras sonhadas ocasionalmente,
Mas vindas de um descanso profundo.
Começam a ganhar forma e feitio, “ ou não “,
Vêm quase em estado bruto.
Talhadas pelos mestres que lhe dão alma, amor e carinho, forma e beleza, e depois deixam-nas partir para um mundo que só a elas lhe pertence.
Seguem o seu destino. Que destino?...
Destino que já estava escrito quando ainda eram um todo,
Sem forma, sem vida, mas já com alma própria.
Pedras já preparadas para enfrentar o seu caminho longo ou curto, forte ou fraco…
Mas seja como for resistirão aos confrontos traçados.
Mais um abanão de grande magnitude e
Tão bem que vão tão bem que ficam…
São tão felizes uma aqui outras ali,
Como nós as imaginamos e para aquilo que os pais as talharam,
E depois?!!!
Terramotos, vendavais, dilúvios, casas que caem, alterações naturais, melhoramentos, tudo isto forma um ciclo natural, bem torneado, com uma história nelas gravada e esculpida.
Onde o horizonte parece ter fim,
Onde o significado das coisas parece não ter qualquer lógica,
É estranho muito estranho!...
E o mergulho começa,
Uma queda lenta e pesada…
Chegar ao fundo, e cair em cima de outra pedra para sempre recordada.

21, Outubro de 2003
Rui Medeiros

Para o meu amor:

Li e reli
As palavras que nasceram de ti
o que te foi na alma
e aquilo que não vi
Li e reli
Coração que nas tuas mãos é
sentir que nos une agora
hora que à nossa vida chegou
juntando o sofrer de dois
Neste tempo
Dizes que o amor é de todas as cores
Sim
Cores fortes, cores suaves
Misturadas numa paleta
Rodopiam no pincel
Que dança nas tuas mãos
E traças com toda a certeza
ondas de espuma branca
na crista do meu coração.
E as pedras, meu amor?!
todas iguais, todas diferentes
São aquilo que são
ficam e vão
olhas e não vês
Queres e não tens
mas o mergulho que dás
não vai chegar ao fundo
vai soltar da tua alma
O sentir de um homem
de lágrimas douradas
e coração profundo
Olha, o amor pode ser!
As pedras são lindas!
E eu deixo-me andar sem nada a temer.

Da mulher que te ama nesta vida e na outra...que não sei existir, mas na certeza de um amor como o meu nunca findar.
Amo-te hoje mais que ontem.. mas, amanhã vou amar-te muito mais ! São.